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Involuções

Agosto 23, 2011

Ao contrário do Sérgio Lavos, que temo não ter compreendido o texto de Zizek ou então ter apenas cortado a parte que lhe dava, embora remotamente, razão, prefiro destacar um outro parágrafo desse texto. Aqui Zizek acerta na mouche contra os teóricos do “movimento”, as assembleias do Rossio, ou as cabeças que se vão movimentando dentro do Bloco de Esquerda na esperança de reduzi-lo à beleza sublime do movimento cortando definitivamente com o espartilho partidário.

 Depois de criticar o apoliticismo dos “Indignados” de Madrid, conclui Zizek, referindo-se aos protestos gregos:

But even in Greece, the protest movement displays the limits of self-organisation: protesters sustain a space of egalitarian freedom with no central authority to regulate it, a public space where all are allotted the same amount of time to speak and so on. When the protesters started to debate what to do next, how to move beyond mere protest, the majority consensus was that what was needed was not a new party or a direct attempt to take state power, but a movement whose aim is to exert pressure on political parties. This is clearly not enough to impose a reorganisation of social life. To do that, one needs a strong body able to reach quick decisions and to implement them with all necessary harshness. 
 

Nem mais. Chama-se empresa.

 

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