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Maio 12, 2008

Estive sem internet este últimos dias. Quatro…Cinco dias mais precisamente. Estive sem internet e agora na busca do tempo perdido (já acabaste de o ler???) vou publicar posts como um doido, como um invisual atacado de esquizofrenia. E vou linkar; oh lá se vou linkar. A tudo a todos e a ninguém. Ser poeta é ser mais…e este é um mau poema porque repete “ser” e “ser” logo no primeiro verso. Sim! E não me venham com a aliteração! (ser ser logo no primeiro verso é de uma curteza de vistas – depois nunca gostei muito da Espanca. Agora, por exemplo,  A wind that rose though not a Leaf/In any Forest stirred -/But with itself did cold commune/Beyond the realm of Bird// A Wind that woke a lone Delight/ Like separation’s Swell -/Restored in Artic confidence/ To the Invisible…se disse Emily Dickinson, acertou! Senão, paciência. E seria ela a minha musa se ao menos fosse eu poeta: numa casca de noz/ficava o plural noctívago/com seu sonhar atroz/ divisa e senha do ímago. E outras coisas). Interessa porém, publicar (é o que diz o botão aqui ao lado). É isso que eu prometo: entre hoje e amanhã. Publicar, publicar e publicar.

 

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